Reflexão e Direção Profética 2026 – Parte 1
Para nós que vivemos no Hemisfério Norte, agora estamos oficialmente no inverno. As folhas já caíram há muito tempo das copas das florestas caducifólias e a mordida do inverno endurece a terra sob meus pés. É aquele momento em que o calor do sol é substituído pelo brilho do fogão a lenha, e o uso do chapéu e das luvas traz proteção extra contra o frio invasor. É o ciclo sazonal que sempre conheci, e ainda assim, ao considerar esse vai e vem, reconheço um paralelo com minha própria vida — que não estou apenas no inverno meteorológico, mas também na vida. Isso não é algo para resistir, mas para abraçar, porque
A vida é sobre viver o momento; Pois só assim poderemos apreciar o presente que cada estação traz e a sabedoria que sussurra ao coração perspicaz.
Ao refletir sobre 2025, sinto-me profundamente gratidão ao Senhor. Não apenas por tudo que Ele fez através do Call2Come, mas mais por Suas ternas misericórdias na minha vida. Claro, é certo honrá-Lo pelas maravilhosas formas como a mensagem nupcial foi amplamente difundida este ano — incluindo Ásia, África, Europa e Caribe — mas mais do que Ele me permitiu fazer por Sua graça, é de quem Ele me lembra que sou em Seu amor. Pois eu sou Dele, e Seu desejo é para comigo. Ele está em casa, e aprendi que a vida é mais do que uma jornada pelas nações, mas uma busca interior pelo nosso Noivo, que vive no coração.
Foi essa vida contemplativa dos últimos dezoito anos que me ancorou a um ritmo diferente de todos os anos da minha experiência cristã anterior e me aproximou do Seu coração do que jamais mereci ou imaginei possível. Foi lá, no silêncio da presença de Sua presença, que despertei pela primeira vez para o anseio nupcial, e onde nasceu o mandato Call2Come: conquistar a Noiva, lutar por seu direito de nascimento e preparar para ela um caminho que levaria para casa. E é lá que a voz profética do Call2Come tem residido desde então — não gritando dos telhados dos palácios ou das redes sociais, mas na maioria das vezes sem ser notada; não exigindo influência social, mas parceria com o Céu.
Como o inverno nos ensina, as estações mudam, e o que antes era vibrante e colorido deve ser deixado cair. O inverno se aproxima de nós sem alarde ou permissão, mas traz consigo a possibilidade de transição — uma gestação da Vontade Divina que não pode ser apressada pela urgência do dia, mas que só entrou pela rendição ao silêncio e aos protocolos do Céu.
Ao encerrar esta reflexão, quero dizer isso claramente: acredito que a Igreja se aproximou de um limiar decisivo. Não marcada por uma escalada externa, mas por uma ascensão interna. O que o Senhor esculpiu em segredo exige uma lente diferente para reconhecê-lo.
No meu próximo post, vou compartilhar o que acredito que esse momento significa para nós como Noiva, e por que 2026 exigirá uma recalibração — não em direção à atividade ou ambição, mas à identidade, à quietude e à união. Isso não ecoa muitas narrativas proféticas populares, mas flui do mesmo lugar onde Call2Come sempre ouviu: por baixo do barulho, na tranquila companhia do Noivo.
Se você tem ouvidos para ouvir, convido você a viajar comigo.
Mike
Call2Come
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